Candidato à Presidência da República, José Serra (PSDB) encontra dificuldades para disseminar sua imagem em palanques aliados. Levantamento feito pelo jornal Correio Braziliense mostra que o material de campanha usado até agora pelos aspirantes aos governos estaduais não prioriza o tucano José Serra. Em ao menos 12 estados, o nome/a foto do tucano não é destaque nos santinhos, nas faixas ou nos banners.
A estratégia de campanha casada parece não ter convencido alguns candidatos. Em Alagoas, o governador Teotônio Vilela (PSDB), que tenta à reeleição, tem se esforçado para mostrar intimidade com o Presidente Lula e sua candidata, Dilma Rousseff (PT).
No Espírito Santo, todas as imagens de campanha de Luiz Paulo reforçam apenas sua candidatura. O jingle, inclusive, abusa do nome Luiz. “Esse é o homem. Esse sabe fazer. Luiz, Luiz, Luiz…Deixa com ele que ele faz acontecer.”
O tucano foi “preterido” até em palanques fortes, como o Paraná. A campanha de Beto Richa (PSDB-PR) deixa no site apenas material do candidato ao governo. Segundo a assessoria de Richa, o material casado “está sendo providenciado.” Serra estampa, ao lado de Geraldo Alckmin, a imagem do comitê central, no Edifício Joelma, em São Paulo. Mas, na internet, sua candidatura ocupa um canto da página, ao lado dos candidatos ao Senado Aloysio Nunes e Orestes Quércia. O material de campanha, no site, privilegia imagens de Geraldo e de seu vice.
No Rio Grande do Sul, a candidata à reeleição Yeda Crusius não ostenta fotos de Serra no comitê central. O mesmo ocorre no segundo maior colégio eleitoral, Minas Gerais. Apenas Antônio Anastasia, candidato ao governo, e Aécio Neves, ao Senado, estão na imagem do QG tucano em Belo Horizonte. O nome do ex-governador de São Paulo aparece — pequeno — em um santinho de Itamar Franco, candidato ao Senado. O mesmo ocorre no Acre. “No santinho, só tem o governador. O do Serra é um adesivo com o 45”, diz a assessoria de Tião Bocalom, candidato ao governo.
Os tucanos contam com Simão Jatene na disputa pelo governo do Pará contra a atual governadora Ana Júlia Carepa (PT). Entretanto, o material do candidato tucano não reforça a candidatura nacional. Até agora só o nome de Jatene ganhou as ruas. Ontem, Serra fez a primeira visita à região Norte desde o início da campanha. Passou o dia em Palmas (TO). Adesivos e fotos ao lado de Siqueira Campos, candidato ao governo, foram distribuídos.
A caminhada foi reforçada por um grupo de apoiadores cuja presença nas mobilizações custou R$ 510,a cada da campanha de Siqueira Campos, segundo afirmou uma contratada: Nós votamos no Siqueira Campos. Mas eles nos contratam para acompanhar o candidato nos eventos, para levar esse material para a rua.
O desafio do PSDB é conquistar votos no Nordeste. Além de driblar os altos índices de popularidade do presidente Lula, o partido precisa convencer aliados, incluindo prefeitos e parlamentares, a mergulharem na campanha. A tarefa não é simples. No material de Marcos Cals, que concorre ao Palácio Iracema, no Ceará, a estrela é o senador Tasso Jereissati (PSDB-CE).
O site de Paulo Souto, candidato ao governo da Bahia, também apresenta de forma tímida o tucano. Traz apenas um banner com a foto de Serra no pé da página.
No Maranhão, Jackson Lago (PDT)diz que aguarda orientação jurídica, pois seu partido está coligado nacionalmente com a campanha de Dilma. No Mato Grosso do Sul, André Puccineli (PMDB) deve deixar o tucano de fora da propaganda.
A estrela principal é o Presidente Lula
Os candidatos aliados de Lula na eleição de outubro adotaram a mesma estratégia da candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff: colar a imagem à do Presidente. No material de campanha dos concorrentes ao Senado e ao governo, Dilma até aparece, mas a imagem explorada intensamente é a do Presidente Lula. Seja gravando mensagem de apoio ou apostando no santinho, todos querem tirar uma lasquinha.
Mesmo fora da disputa, Lula é anunciado como se fosse concorrente. A candidata ao Senado pelo Paraná Gleisi Hoffmann (PT) aproveitou visita ao Ceasa, ontem, em Curitiba, para gravar cenas de seu programa de televisão e propagandear: “Daqui a pouco visitaremos o comércio e convidaremos para o comício do Lula”.
O comício ocorre só no sábado, mas ela está se preparando antecipadamente, de olho em como ficará a edição de seu programa de televisão. Na tentativa de chegar ao governo do estado, Osmar Dias (PDT) repete o movimento. Apresenta em sua página de internet o mesmo comício, enaltecendo apenas a presença de Lula.
Postulante à cadeira de governador do Amazonas, Alfredo Nascimento (PR) se antecipou e colocou em seu canal de vídeos na internet duas versões da mensagem de apoio que Lula gravou. A primeira é o material bruto, de três minutos e meio. A segunda, de um minuto e 40 segundos, já editada, anuncia: “Veja por que Lula apoia Alfredo Nascimento”.
Essa voracidade é bem visível entre os candidatos do Norte e do Nordeste. Ex-ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima (PMDB) usa e abusa das imagens ao lado de Dilma. A dificuldade do peemedebista em se aproveitar da fotografia com Lula deve-se à disputa com o governador Jaques Wagner (PT), candidato à reeleição. Wagner faz questão de exibir Lula na abertura do site.
Duplicidade
Nos locais em que há palanques duplos para a petista, a disputa fica acirrada. Candidatos ao governo do Piauí, João Vicente Claudino (PTB) e Wilson Martins (PSB) promoveram panfletos semelhantes em que aparecem ao lado de Lula e Dilma. Pela internet, Cid Gomes (PSB) e Lúcio Alcântara (PR) reproduzem a tática em busca de um naco considerável do eleitorado: colocaram no topo da página fotos ao lado de Lula e de Dilma. No Maranhão, a candidata do PMDB, Roseana Sarney, editou o clipe com o jingle da campanha exibindo logo na entrada o Presidente Lula e Dilma.
O fenômeno se repete nas ruas. Em recente caminhada por Uberlândia, muitas faixas exibindo Dilma ao lado dos candidatos locais, Hélio Costa (PMDB) ao governo, e Fernando Pimentel (PT) ao Senado. No Rio, o candidato a senador Jorge Picciani (PMDB) distribuiu santinhos separados com Dilma, Lula, o governador Sérgio Cabral e o prefeito da capital, Eduardo Paes (PMDB).
Candidato a governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT) tem participado de diversas agendas de campanha ao lado da ex-ministra. O site de campanha do petista, contudo, não faz referência à candidata. O mesmo ocorre nas páginas de internet de Aloizio Mercadante, concorrente ao governo de São Paulo, e de Marta Suplicy, postulante ao Senado. Onde não tiver, mandaremos”
FONTE: http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com
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DF
quarta-feira, 28 de julho de 2010
terça-feira, 27 de julho de 2010
Aécio elogia Lula. Sobre Serra, o silêncio total
Lula é um fenômeno que nunca houve na história do Brasil
O ex-governador de Minas Gerais, Aécio Neves, que tentou se colocar como uma alternativa do PSDB à Presidência, mas foi atropelado por José Serra com golpes abaixo da linha da cintura, deu uma entrevista à Veja e rasgou elogios a Lula para desepero do tucanato e da revista.
Ao ser indagado se sua popularidade podia compará-lo ao presidente, Aécio disse que Lula é um “fenômeno”, que simboliza a aspiração de ascensão social no Brasil e no mundo e que terá que ser estudado no futuro por cientistas políticos.
Sobre Serra, nenhuma palavra e nem lhe foi perguntado. Talvez porque a Veja saiba, mais do que ninguém, o que custou a imposição da candidatura Serra e os estragos que causou nas hostes tucanas. Aécio estará ao lado de Serra quando este for a Minas, como aconteceu ontem, mas fora disso não moverá uma palha a favor do candidato tucano.
Hoje, a Folha percebeu e publicou uma matéria relatando que Aécio só menciona Serra quando não tem outro jeito, isto é, quando Serra está em Minas. Sábado, num encontro ao qual chamou de grande largada para a campanha, Aécio bradou: “Viva Minas, viva Anastasia, viva Itamar Franco [candidato ao Senado]“, disse Aécio na ocasião, sem mencionar Serra. Anastasia e Itamar também discursaram e não falaram do presidenciável.
FONTE: tijolaco.com
O ex-governador de Minas Gerais, Aécio Neves, que tentou se colocar como uma alternativa do PSDB à Presidência, mas foi atropelado por José Serra com golpes abaixo da linha da cintura, deu uma entrevista à Veja e rasgou elogios a Lula para desepero do tucanato e da revista.
Ao ser indagado se sua popularidade podia compará-lo ao presidente, Aécio disse que Lula é um “fenômeno”, que simboliza a aspiração de ascensão social no Brasil e no mundo e que terá que ser estudado no futuro por cientistas políticos.
Sobre Serra, nenhuma palavra e nem lhe foi perguntado. Talvez porque a Veja saiba, mais do que ninguém, o que custou a imposição da candidatura Serra e os estragos que causou nas hostes tucanas. Aécio estará ao lado de Serra quando este for a Minas, como aconteceu ontem, mas fora disso não moverá uma palha a favor do candidato tucano.
Hoje, a Folha percebeu e publicou uma matéria relatando que Aécio só menciona Serra quando não tem outro jeito, isto é, quando Serra está em Minas. Sábado, num encontro ao qual chamou de grande largada para a campanha, Aécio bradou: “Viva Minas, viva Anastasia, viva Itamar Franco [candidato ao Senado]“, disse Aécio na ocasião, sem mencionar Serra. Anastasia e Itamar também discursaram e não falaram do presidenciável.
FONTE: tijolaco.com
No Tocantis, metade da chapa de Serra apoia Dilma
Chapa é encabeçada por Siqueira Campos (PSDB), mas conta com dois candidatos ao Senado que pedem votos para Dilma (PT)
Metade da chapa que defende a candidatura do presidenciável José Serra (PSDB) no Tocantis tem feito campanha para Dilma Rousseff (PT). Hoje, o tucano estará, pela primeira vez nesta corrida eleitoral, em Palmas – capital tocantinense. Fará uma caminhada pelo centro da cidade.
Encabeçada pelo candidato ao governo Siqueira Campos (PSDB), a chapa que apoia Serra oficialmente conta com dois candidatos ao Senado, João Ribeiro e Vicentinho Alves (ambos do PR), que têm pedido votos para a petista.
“Em todo meu material de campanha tem a foto de Dilma e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva”, afirma João Ribeiro, que é também presidente do diretório estadual do PR no Tocantis. O vice de Siqueira é o deputado federal João Oliveira, do DEM, partido que apoia Serra.
Ribeiro é candidato à reeleição ao Senado. “Apoiei o governo Lula nos últimos anos. Não tinha como não ficar com a Dilma”, disse. “Mas eu disse a ela e ao ministro Alexandre Padilha [Relações Institucionais] que iria ficar com o Siqueira”, completou.
O senador do PR adiantou que não estará presente na caminhada que Serra fará ao lado de Siqueira marcada para as 15h30 desta quarta-feira, na avenida Juscelino Kubitschek, no centro de Palmas. Segundo nome para o Senado, Vicentinho também não irá.
A falta dos dois candidatos deverá ser compensada pela presença da senadora Kátia Abreu (DEM-TO), coordenadora geral da campanha de Serra no Tocantis. Ela abriu mão de disputar o governo do Estado para apoiar Siqueira.
Em 2006, Kátia preferiu romper com Siqueira para apoiar a reeleição de Marcelo Miranda (PMDB). Na disputa pelo Senado, enfrentou o filho do tucano, Eduardo Siqueira Campos, senador que acabou derrotado pela então deputada Kátia Abreu.
“Isso já foi superado. Ela conseguiu fazer um mandato que ajudou o nosso Estado. Como presidente da CNA (Confederação Nacional da Agricultura) também ganhou projeção nacional”, afirmo Eduardo Siqueira Campos, que é coordenador político da campanha.
Sobre o apoio de João Ribeiro e Vicentinho Alves a Dilma Rousseff, Eduardo Siqueira minimiza. “O importante é que nós e a senadora Kátia Abreu estamos com Serra. Essa aliança com o PSDB e DEM no Tocantis é fundamental”, disse.
Eduardo, porém, lamentou o fato de o PPS não compor a chapa. Ao contrário do que ocorre na maior parte das disputas pelo País, o partido preferiu ficar no palanque governista encabeçado pelo atual governador Carlos Gaguim (PMDB).
Eleito governador pela Assembleia Legislativa após a cassação de Marcelo Miranda em junho do ano passado, Gaguim conseguiu firmar uma aliança com o PT no último dia de prazo estabelecido pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Com isso, Paulo Mourão (PT) ganhou uma vaga para disputar o Senado ao lado de Miranda.
Adriano Ceolin, enviado a Palmas
FONTE: http://ultimosegundo.ig.com.br
Metade da chapa que defende a candidatura do presidenciável José Serra (PSDB) no Tocantis tem feito campanha para Dilma Rousseff (PT). Hoje, o tucano estará, pela primeira vez nesta corrida eleitoral, em Palmas – capital tocantinense. Fará uma caminhada pelo centro da cidade.
Encabeçada pelo candidato ao governo Siqueira Campos (PSDB), a chapa que apoia Serra oficialmente conta com dois candidatos ao Senado, João Ribeiro e Vicentinho Alves (ambos do PR), que têm pedido votos para a petista.
“Em todo meu material de campanha tem a foto de Dilma e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva”, afirma João Ribeiro, que é também presidente do diretório estadual do PR no Tocantis. O vice de Siqueira é o deputado federal João Oliveira, do DEM, partido que apoia Serra.
Ribeiro é candidato à reeleição ao Senado. “Apoiei o governo Lula nos últimos anos. Não tinha como não ficar com a Dilma”, disse. “Mas eu disse a ela e ao ministro Alexandre Padilha [Relações Institucionais] que iria ficar com o Siqueira”, completou.
O senador do PR adiantou que não estará presente na caminhada que Serra fará ao lado de Siqueira marcada para as 15h30 desta quarta-feira, na avenida Juscelino Kubitschek, no centro de Palmas. Segundo nome para o Senado, Vicentinho também não irá.
A falta dos dois candidatos deverá ser compensada pela presença da senadora Kátia Abreu (DEM-TO), coordenadora geral da campanha de Serra no Tocantis. Ela abriu mão de disputar o governo do Estado para apoiar Siqueira.
Em 2006, Kátia preferiu romper com Siqueira para apoiar a reeleição de Marcelo Miranda (PMDB). Na disputa pelo Senado, enfrentou o filho do tucano, Eduardo Siqueira Campos, senador que acabou derrotado pela então deputada Kátia Abreu.
“Isso já foi superado. Ela conseguiu fazer um mandato que ajudou o nosso Estado. Como presidente da CNA (Confederação Nacional da Agricultura) também ganhou projeção nacional”, afirmo Eduardo Siqueira Campos, que é coordenador político da campanha.
Sobre o apoio de João Ribeiro e Vicentinho Alves a Dilma Rousseff, Eduardo Siqueira minimiza. “O importante é que nós e a senadora Kátia Abreu estamos com Serra. Essa aliança com o PSDB e DEM no Tocantis é fundamental”, disse.
Eduardo, porém, lamentou o fato de o PPS não compor a chapa. Ao contrário do que ocorre na maior parte das disputas pelo País, o partido preferiu ficar no palanque governista encabeçado pelo atual governador Carlos Gaguim (PMDB).
Eleito governador pela Assembleia Legislativa após a cassação de Marcelo Miranda em junho do ano passado, Gaguim conseguiu firmar uma aliança com o PT no último dia de prazo estabelecido pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Com isso, Paulo Mourão (PT) ganhou uma vaga para disputar o Senado ao lado de Miranda.
Adriano Ceolin, enviado a Palmas
FONTE: http://ultimosegundo.ig.com.br
Tucanos ameaçam revoada
Em meio à campanha da coligação Um Novo Caminho feita ontem em São Sebastião, uma reunião extra-oficial, realizada dentro de uma locadora de filmes da cidade, sinalizou o ensaio de apoio de filiados do PSDB ao grupo liderado por Agnelo Queiroz (PT) e Tadeu Filippelli (PMDB) à disputa do Governo do Distrito Federal. Um dos tucanos que está prestes a pedir licença do partido para ficar do lado dos antigos adversários é o primeiro presidente da Câmara Legislativa, Salviano Guimarães.
Ele é uma figura simbólica do PSDB, que tem expressiva base em Planaltina. A então sintonia com a legenda cacifou o nome de Salviano para disputar o cargo de governador tampão do DF na eleição indireta, ocorrida em abril deste ano. Mas a intenção não prosperou. À época, Salviano liderou um movimento representado por alguns dos pioneiros da Câmara Legislativa, entre eles Agnelo Queiroz, contra a intervenção federal que ameaçava a autonomia política da capital. Quatorze ex-deputados assinaram a Carta aos Brasilienses, manifesto com 28 linhas propondo mudanças na legislação político-eleitoral e na organização administrativa local, como o fim da corrupção.
O encontro de Salviano e os quatros candidatos majoritários da coligação Um Novo Caminho — Agnelo Queiroz e Tadeu Filipelli para o GDF, além de Cristovam Buarque (PDT) e Rodrigo Rollemberg (PSB) ao Senado — ocorreu sem agendamentos prévios: foi dentro da loja, entre estantes abarrotadas de filmes internacionais e brasileiros, sem nenhum tipo de privacidade. Os clientes entravam e saíam enquanto os políticos conversavam sobre a possibilidade de reforçar o exército vermelho com súditos amarelos e azuis. Caso seja confirmada a migração dos tucanos para a aliança encabeçada pelo PT-PMDB, a crise vivida dentro do PSDB local deverá ser aprofundada.
A união da sigla com o PSC do ex-governador Joaquim Roriz desagradou uma parte da militância tucana. Mas, na avaliação da candidata ao Senado Maria de Lourdes Abadia, pela coligação Esperança Renovada, é natural que haja um movimento de saída entre os descontentes tucanos. “As alianças não agradam todo mundo no partido. Acho natural o movimento. Mas o que posso assegurar é que o PSDB seguiu uma orientação para fazer a aliança”, afirmou Abadia.
Música eletrônica
Depois da reunião improvisada na locadora, Agnelo e os companheiros de coligação deram uma de DJs de música eletrônica em plena avenida comercial de São Sebastião. Ao passar pela esquina onde os DJs profissionais davam uma canja da festa que será promovida na cidade, os candidatos não hesitaram em comandar as picapes, mesmo que fosse por instantes e de forma desengonçada. O vice Filippelli, primeiro administrador de São Sebastião, na gestão de Joaquim Roriz no GDF, abriu os trabalhos na mesa de som, que propagava pelas caixas instaladas em automóveis o estilo house, conhecido por tocar em boates e raves. Em seguida, foi a vez do candidato petista mostrar sua performace.
“O DJ disse que fui aprovado como aprendiz”, brincou Agnelo. O DJ em questão é Tomate, 30 anos, morador de São Sebastião e o promoter da festa de música eletrônica. “Se ele (Agnelo) ganhar a eleição, faço uma festa em sua homenagem”, afirmou. O candidato à reeleição a distrital, Cabo Patrício (PT), e ao Senado, Rodrigo Rollemberg, também fizeram parte da brincadeira.
Na parte da manhã, Agnelo e os colegas de coligação fizeram corpo a corpo na feira e nas ruas de São Sebastião. Correligionários rorizistas cruzaram algumas vezes com os petistas, mas não houve conflito. A disputa ficou concentrada entre os carros de som, que apelavam para aumentar o som dos jingles. Em seguida eles inauguraram mais um comitê do PT na cidade e almoçaram na feira.Correio
FONTE: osamigosdapresidentedilma.blogspot.com
Ele é uma figura simbólica do PSDB, que tem expressiva base em Planaltina. A então sintonia com a legenda cacifou o nome de Salviano para disputar o cargo de governador tampão do DF na eleição indireta, ocorrida em abril deste ano. Mas a intenção não prosperou. À época, Salviano liderou um movimento representado por alguns dos pioneiros da Câmara Legislativa, entre eles Agnelo Queiroz, contra a intervenção federal que ameaçava a autonomia política da capital. Quatorze ex-deputados assinaram a Carta aos Brasilienses, manifesto com 28 linhas propondo mudanças na legislação político-eleitoral e na organização administrativa local, como o fim da corrupção.
O encontro de Salviano e os quatros candidatos majoritários da coligação Um Novo Caminho — Agnelo Queiroz e Tadeu Filipelli para o GDF, além de Cristovam Buarque (PDT) e Rodrigo Rollemberg (PSB) ao Senado — ocorreu sem agendamentos prévios: foi dentro da loja, entre estantes abarrotadas de filmes internacionais e brasileiros, sem nenhum tipo de privacidade. Os clientes entravam e saíam enquanto os políticos conversavam sobre a possibilidade de reforçar o exército vermelho com súditos amarelos e azuis. Caso seja confirmada a migração dos tucanos para a aliança encabeçada pelo PT-PMDB, a crise vivida dentro do PSDB local deverá ser aprofundada.
A união da sigla com o PSC do ex-governador Joaquim Roriz desagradou uma parte da militância tucana. Mas, na avaliação da candidata ao Senado Maria de Lourdes Abadia, pela coligação Esperança Renovada, é natural que haja um movimento de saída entre os descontentes tucanos. “As alianças não agradam todo mundo no partido. Acho natural o movimento. Mas o que posso assegurar é que o PSDB seguiu uma orientação para fazer a aliança”, afirmou Abadia.
Música eletrônica
Depois da reunião improvisada na locadora, Agnelo e os companheiros de coligação deram uma de DJs de música eletrônica em plena avenida comercial de São Sebastião. Ao passar pela esquina onde os DJs profissionais davam uma canja da festa que será promovida na cidade, os candidatos não hesitaram em comandar as picapes, mesmo que fosse por instantes e de forma desengonçada. O vice Filippelli, primeiro administrador de São Sebastião, na gestão de Joaquim Roriz no GDF, abriu os trabalhos na mesa de som, que propagava pelas caixas instaladas em automóveis o estilo house, conhecido por tocar em boates e raves. Em seguida, foi a vez do candidato petista mostrar sua performace.
“O DJ disse que fui aprovado como aprendiz”, brincou Agnelo. O DJ em questão é Tomate, 30 anos, morador de São Sebastião e o promoter da festa de música eletrônica. “Se ele (Agnelo) ganhar a eleição, faço uma festa em sua homenagem”, afirmou. O candidato à reeleição a distrital, Cabo Patrício (PT), e ao Senado, Rodrigo Rollemberg, também fizeram parte da brincadeira.
Na parte da manhã, Agnelo e os colegas de coligação fizeram corpo a corpo na feira e nas ruas de São Sebastião. Correligionários rorizistas cruzaram algumas vezes com os petistas, mas não houve conflito. A disputa ficou concentrada entre os carros de som, que apelavam para aumentar o som dos jingles. Em seguida eles inauguraram mais um comitê do PT na cidade e almoçaram na feira.Correio
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